A série The Walking Dead tem seu lugar cativo na televisão e no coração de seus fãs desde sua estreia em novembro de 2010. Seu sucesso é inegável. As redes sociais antecipam seus episódios inéditos, e logo que chegam ao ar, quem assistiu não consegue evitar, indo logo comentar em seu perfil sobre o episódio da noite. Com o sucesso, os zumbis de The Walking Dead se alastram: são livros, camisas, figuras de ação.

O que grande parte dos fãs não sabe, no entanto, é que a estória não surge enquanto série. The Walking Dead é uma adaptação muito bem sucedida do quadrinho homônimo criado por Robert Kirkman que vem sendo publicado desde 2003 pela editora Image Comics, chegando ao Brasil pela HQM Editora.

A série mensal de quadrinhos foi premiada como melhor série contínua do ano de 2010. O sucesso atual de ambos os formatos – série e HQ – já estava previsto desde 2006 pela vendagem da 33° edição do quadrinho que desapareceu das bancas norte americanas em apenas 24 horas.

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Parece haver um consenso sobre o que fez tanto a série quanto a HQ tão especiais: o foco não parece ser exatamente os zumbis, mas como o ataque dos mortos vivos afeta, inclusive psicologicamente, nossos heróis. Assim, entramos na estória junto com o policial Rick Grimes, acordando num hospital e encontrando o mundo exterior já destruído e habitado pelos mortos que haviam retornado.

A missão de nossos personagens é clara: se agrupar, encontrar os entes queridos que ainda estejam vivos e se esforçar para sobreviver. Seja nas páginas do quadrinho ou na telinha, um prato cheio para quem gosta de estórias de ação cheias de momentos tensos.

Por: Fernanda Menezes

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