Eventos da UFF reúne os cursos que disputam várias modalidades

Por Fabrício Mainenti, Natália Nunes e Nathália Larghi

Integração. Palavra que define o InterUFF. O evento esportivo da UFF, organizado por estudantes, reúne todos os cursos da faculdade em diversas modalidades. Em 2013, o evento mudou de nome: passou de Olimpíadas UFF a InterUFF. A nova designação foi em atendimento à solicitação do Comitê Olímpico Internacional (COI), que quer preservar o uso de expressões com o termo “Olimpíadas”, que é uma propriedade do COI.

Neste ano, a competição recebeu o apoio do Programa UFFesporte, que é um projeto de apoio a qualquer modalidade esportiva praticada ou organizada por alunos, professores e funcionários da UFF, que visa expandir a participação da faculdade em competições fora ou dentro da universidade. Esta edição do torneio contou com as modalidades de basquete, vôlei, futebol, handebol, atletismo, futsal, natação, judô e tênis de mesa e as competições aconteciam nas quadras e campos do Campus do Gragoatá ou na Faculdade de Direito.

A divulgação do evento acontece basicamente nas redes sociais e nos quadros de avisos dos campi da faculdade. Mas não pense que isso tirou a visibilidade da competição. Neste ano, o torneio teve a participação de mais cursos e contará com uma despedida de gala: uma festa com a participação a banda Seu Cuca e a premiação para os três primeiros cursos na classificação geral, Educação Física, Ciências Atuariais e Engenheria Civil, respectivamente, além de premiar a melhor torcida e curso revelação.

Jessyca Monteiro, de 22 anos, é um dos membros da Comissão Organizadora do InterUFF. Fundadora da Atlética do curso de Enfermagem, a estudante vê como o evento vem crescendo, com um maior número de cursos e atletas.

– A tendência é de cada vez mais cursos participem. Têm aqueles que tinham pouca adesão em alguns esportes, e acabaram inscrevendo mais atletas em mais modalidades, podendo concorrer nas premiações. Um bom exemplo são os cursos de Ciências Atuariais e Relações Internacionais, grandes revelações da competição desse ano.

A estudante Rhaissa Breder, de Relações Internacionais, confirmou o sucesso da participação do curso no evento. Rhaissa contou que ficou sabendo das competições pela Atlética de RI e que a partir daí se uniu a outros colegas para torcer pelos amigos que competiam.

– Éramos praticamente a única torcida presente em todos os jogos e isso nos incentivou. Compramos umas cornetas pra fazer barulho e íamos em tudo. Agora, pretendemos organizar mais nossa torcida e times e acho que vamos nos sair melhor. – conta Rhaissa. E parece que a dedicação da torcida deu certo já que em sua primeira participação, o curso de Relações Internacionais ficou em quarto lugar geral e está na briga pelo título de melhor torcida.

Basquete Masculino de Comunicação Campeão/ Foto: Divulgação InterUFF

Em 2012, o time de basquete de Comunicação Social ficou em segundo lugar. Um ano depois, consagrou-se campeão após jogo emocionante contra a Engenharia de Produção. Presente nos dois momentos, Viny Mathias, de 20 anos, descreve a evolução e o crescimento da equipe.

– A derrota na final do ano passado foi traumática, principalmente pela lesão do Gustavo no início do jogo. Após o vice-campeonato, o time se uniu ainda mais e se comprometeu a voltar numa final e conquistar um título inédito para o curso. A chegada de novos jogadores e boas participações em eventos universitários fora da UFF, como os dois terceiros lugares nos JUCS – Jogos Universitários de Comunicação Social, motivou cada vez mais a equipe. Desde o início do InterUFF 2013, nós jogadores, entramos com a consciência que poderíamos ganhar de qualquer um e que o único objetivo era conquistar o campeonato. Aquela derrota de 2012 aumentou mais ainda a vontade de ganhar do nosso time. Esse legado continua e é motivação tanto para o próximo InterUFF, quanto para JUCS, Super 15 ou qualquer outra competição que disputarmos. Para nós do basquete, o InterUFF é como a NBA.

Sobre a participação da Atlética de Comunicação Social, fundada ano passado, Guilherme Berriel, secretário geral da AACS, está satisfeito com o resultado, já que, segundo ele, a Atlética permitiu uma organização maior e uma participação mais efetiva dos atletas no torneio.

– Neste ano fomos muito bem, e ficamos na décima colocação. A participação do curso de Comunicação foi a maior da história do evento e do curso. Participamos em cinco modalidades coletivas e quatro individuais, muito diferente das ultimas edições em que no máximo participávamos de duas ou três modalidades. A criação da Atlética, que aconteceu em 2012, permitiu esse crescimento, conseguimos nosso primeiro título, com o basquete masculino, entre outras medalhas no judô e na natação, por exemplo. Além dos resultados esportivos, existe hoje grande integração entre alunos dos mais diversos períodos do curso, e até entre outros cursos.

Para Viny, a iniciativa de competições desse tipo é excelente, porque promove interação e educação, tudo dentro do ambiente do esporte.

– Um campeonato, como o InterUFF, que reúne diversas modalidades com participação dos mais variados cursos é um grande local de confraternização, diversão e troca de experiências, culturas. Só estar em quadra, disputar, competir é algo muito positivo. Tanto para aqueles que jogam para ganhar, quanto para aqueles que mesmo com times limitados dão as caras em favor da diversão, do simples fator de praticar esporte. É gratificante ver cada vez mais Atléticas apoiando e investindo em seus atletas.

Yuri Hortz, representante de Comunicação, foi medalhista de bronze pelo revezamento na natação e também elogiou o InterUFFF.

 – Quanto à competição, eu achei muito bem organizada. Tendo em vista todas as dificuldades que poderíamos encontrar por se tratar de um torneio universitário, eu acredito que a galera responsável pela organização tenha desempenhado um bom papel.

Sobre o bom desempenho da Comunicação na modalidade, Yuri destacou o empenho e parabenizou seus companheiros de equipe.

– A equipe como um todo está de parabéns. O João Paulo representou muito bem, sendo medalhista em mais outras três provas, o Bruno Gavina também deu o sangue até mesmo nas provas em que não eram seu forte, representando muitíssimo bem a AACS. Quanto ao Guilherme Berriel, ele é um capítulo à parte: nunca treinou natação, nem sabe ao certo como são os movimentos do nado livre, mas, mesmo assim ele foi lá e deu a cara a tapa. Entrou na piscina, completou nossa equipe e, graças a ele, nós conseguimos nadar o revezamento e pegar a medalha de bronze. Na minha opinião, ele merece aplausos.

Para mais informações, acesse: https://www.facebook.com/interuff

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