Por Matheus Lopes

O famoso Super Homem já foi protagonista de uma franquia de filmes ainda no final dos anos 70 e agora voltou com “O Homem de Aço”, um longa que usa toda a tecnologia 3D e a qualidade IMAX para contar as origens do herói. Com uma narrativa não linear, o filme planeja lançar um universo paralelo de adaptações de personagens da DC Comics no cinema. Christopher Nolan, que ficou conhecido pela trilogia de filmes do Batman e “A Origem”, é o produtor do filme. A direção é de Zack Snyder e o filme tem a duração de 143 minutos.

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Como o filme é um retorno às origens do protagonista, a história acaba por ser conhecida de antemão: O planeta Krypton está na beira de sua destruição. O núcleo do planeta é instável e o governo é ameaçado pelo Major Zod (Michael Shannon) e seus seguidores. Então, o cientista Jor-El (Russell Crowe) e sua esposa Lara-El (Ayelet Zurer) enviam seu recém nascido filho Kal-El (Henry Cavill) num foguete à Terra. Lá, o casal Jonathan Kent (Kevin Costner) e Martha Kent (Diane Lane) adota o bebê e lhe dá o nome de Clark Kent. A partir daí, Clark vai pouco a pouco descobrir a verdade sobre si e eventualmente se tornar o Super Homem.

“O Homem de Aço” arrecadou mais de 200 milhões de dólares até o dia 16. Porém, a reação da crítica foi mista. O “IGN” considerou o filme muito bom e destacou a cenas de ação e a performance de Kevin Costner, Russell Crowe e Michael Shannon. A revista “Time” admirou a dramatização do herói em seus momentos com um homem comum. Mas , de acordo com o “Chicago Sun-Times”, o filme não fez nada de novo em relação aos filmes anteriores e trouxe personagens pouco desenvolvidos e cenas de luta sobrecarregadas. Para o “Denver Post”, houve um descompasso entre ritmo e equlíbrio tanto na narrativa quanto na direção.

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